Superchallenger do Maria Zélia reúne 28 botonistas no feriado
Após maratona de 12 jogos, Loiacono (Cisplatina) levou o título em torneio marcado pela confraternização e muito respeito entre os jogadores
Com 28 botonistas, o Maria Zélia promoveu o seu Superchallenger no feriado de 1º de maio, com mais de 7 horas de futebol de mesa e até 12 jogos disputados por participante. O tradicional torneio no Belenzinho também incluiu almoço aos jogadores, numa grande confraternização desportiva.
Loiacono, do Cisplatina, foi o campeão após a maratona que começou às 9h e foi encerrada por volta de 18h. Bruno Vasconcelos, do São Paulo, ficou com o vice-campeonato. Victor Ferreira, também do São Paulo, terminou em terceiro lugar e Calmon, do Dalmácia, foi o quarto colocado.
“O Maria Zélia demonstrou mais uma vez sua força no futebol de mesa e sua capacidade de promover grandes competições, neste torneio cada vez mais concorrido e disputado com toda a cordialidade e respeito que o nosso esporte merece”, afirmou o presidente da Federação Paulista de Futebol Mesa, José Jorge Farah Neto, que mais uma vez prestigiou o Superchallenger e fez a entrega da premiação ao lado de Harutiun Muradian, diretor-presidente do clube.
“O Maria Zélia tem hoje a maior sala de futebol de mesa em São Paulo. São 12 mesas, todas em ótimas condições, e devemos agradecer o apoio do Farah e da FPFM por termos atingido esta situação com a renovação de nossas mesas. E não foi apenas desta vez na aquisição de equipamentos como mesas e travinhas, mas em outras oportunidades onde a federação sempre esteve ao nosso lado e, sem dúvida, tem uma contribuição fundamental na nossa história e no sucesso dos eventos que realizamos”, disse Muradian.
O presidente Farah destacou ainda a organização do torneio. “O Maria Zélia transformou um Challenger em uma verdadeira série de uma etapa do Campeonato Paulista”, afirmou. Isso garantiu um mínimo de oito e máximo de 12 jogos aos botonistas. “Nossa intenção é sempre proporcionar o máximo possível de jogos porque aqui é isso que fazemos e não nos contentamos com torneios curtos, onde o jogador pode ser eliminado com apenas três partidas”, disse Muradian.
De fato, o Superchallenger seguiu o mesmo formato de uma etapa individual do Paulista, com 4 grupos de 7 na primeira fase pela manhã (utilizando 12 mesas) e passando 16. Em seguida, à tarde, foram formados quatro grupos de quatro, classificando oito para o mata-mata. À medida que os jogadores foram sendo eliminados, eles caíram para as séries Prata e Bronze.
Nestas séries, o Maria Zélia teve os dois botonistas nas finais. Bryant venceu a Prata, com Braghetto em segundo. Na Bronze, Dani Bla ficou com a vitória e Cortez foi o vice.
Classificação final do Superchallenger do Maria Zélia, disputado no dia 1º de maio:
- Loiacono (Cisplatina)
- Bruno Vasconcelos (São Paulo)
- Victor Ferreira (São Paulo)
- Calmon (Dalmácia)
- Renan Gonçalvez (Meninos)
- Teruel (Corinthians)
- Basílio (CEPE 2004)
- Celinho (São Paulo)
- Bryant (Maria Zélia)
- Braghetto (Maria Zélia)
- Argentino (São Paulo)
- Espel (Cisplatina)
- Alex Lucatelli (Corinthians)
- Erismar (Maria Zélia)
- Dile (Dalmácia)
- Norberto (Cisplatina)
- Dani Bla (Maria Zélia)
- Cortez (Maria Zélia)
- Luiz Gustavo (Cisplatina)
- Leo (Palmeiras)
- Olímpio (Maria Zélia)
- Barba (Maria Zélia)
- D’Angelo (Maria Zélia)
- Marco Bianchi (Maria Zélia)
- Muradian (Maria Zélia)
- Flosi (Maria Zélia)
- Paulo Roberto (Dalmácia)
- Flávio Semin (Maria Zélia)





Texto: Fernando Santos

