Copa do Brasil-25 um show de emoção nas mesas de botão
A Copa do Brasil/25 foi pura emoção do início ao fim. Grandes duelos, viradas inesperadas e disputas acirradas marcaram cada rodada realizada na Global TI Arena. Botonistas de alto nível mostraram técnica, frieza e muita garra representando suas equipes com maestria.
Foi um torneio de muitas histórias, em que cada rodada teve seu brilho e seus heróis, com confrontos decididos nos detalhes e alguns placares que impressionaram o público.
Vamos relembrar os momentos mais eletrizantes dessa jornada.

Fase de grupos — O início de tudo
A fase de grupos começou pegando fogo. Logo nas primeiras rodadas, ficou claro que ninguém estava ali para apenas participar.
Alexandre Marques, com o seu São Paulo, foi um dos grandes destaques, aplicando duas goleadas impressionantes por 5 a 0, uma delas sobre José Alexandre, do Santos, e outra sobre Carlos Aguiar, do Cruzeiro. Afonso, representando o Grêmio, também brilhou ao aplicar outro 5 a 0 contra o Santos, mostrando força ofensiva e precisão.
Mas não foram apenas goleadas. Alguns empates chamaram atenção pelo equilíbrio e pela qualidade técnica. Paulo Roberto, com o Moto Club, e Manoel Félix, do Vitória, fizeram um 2 a 2 emocionante, enquanto Marcelo Netto (Água Santa) e Maykon (Confiança) travaram um duelo intenso também empatado em 2 a 2. Outro jogo digno de destaque foi o 3 a 3 entre João Carlos (Fluminense) e Zoélio (Palmeiras), uma verdadeira troca de golpes em que ninguém quis recuar.
Nos jogos mais disputados, o equilíbrio foi a tônica: vitórias por placares apertados, como o 2 a 1 de Cláudio Snow (Portuguesa) sobre Marcelo Paixão (Portuguesa Santista) e o 1 a 0 de Afonso (Grêmio) sobre Carlos Aguiar (Cruzeiro), mostraram quanto cada ponto era disputado com unhas e dentes.
Ao todo, foram 42 partidas, com 6 empates e 6 WOs, que definiram quem seguiria em frente rumo às fases decisivas.
Classificação para Ouro — O afunilamento
Com a competição afunilando, as partidas da fase de classificação para Ouro foram marcadas por tensão do início ao fim. As equipes sabiam que qualquer deslize poderia significar o adeus à principal disputa.
O destaque ficou por conta de Maykon (Confiança), que aplicou uma contundente vitória por 4 a 0 sobre Carlos Aguiar (Cruzeiro), garantindo vaga entre os melhores.
Os demais jogos foram duros, decididos no detalhe, com placares mínimos, como o 1 a 0 de Alexandre Marques (São Paulo) sobre Zoélio (Palmeiras) e o 2 a 1 conquistado por Paulo Roberto (Moto Club) diante de Marcelo Netto (Água Santa). O equilíbrio foi tanto que até o empate entre João Carlos (Fluminense) e Afonso (Grêmio), em 1 a 1, teve sabor de final.
A garra e a frieza dos botonistas foram determinantes nesta etapa.
Fase Ouro — O palco dos gigantes
Na fase Ouro, onde apenas os melhores chegaram, o nível técnico subiu ainda mais.
Maykon (Confiança) mostrou porque vinha sendo um dos nomes mais fortes do torneio, atropelando Paulo Roberto (Moto Club) por 6 a 1, uma das maiores goleadas de toda a competição, e vencendo Afonso (Grêmio) por 3 a 0 com autoridade.
Mas nem só de vitórias fáceis foi feita a fase: Alexandre Marques (São Paulo) e Paulo Roberto (Moto Club) protagonizaram um eletrizante 3 a 3, repleto de viradas e chances perdidas.
A fase Ouro teve partidas de altíssimo nível técnico, com defesas sólidas, ataques criativos e jogadores demonstrando domínio total da arte do botão. Foi o retrato perfeito do que é o futebol de mesa competitivo — cada jogada estudada, cada detalhe decisivo.

Fase Prata — A superação
Na fase Prata, o equilíbrio reinou. Os jogos foram cheios de emoção e com resultados apertados.
João Carlos (Fluminense) e Zoélio (Palmeiras) empataram em um eletrizante 3 a 3, numa das melhores partidas da competição. Marcelo Netto (Água Santa) também brilhou, vencendo Carlos Aguiar (Cruzeiro) por 3 a 1 e depois superando Zoélio (Palmeiras) por 2 a 1.
As partidas da Prata mostraram que o talento estava espalhado por todas as divisões — e que muitos botonistas que ficaram fora da Ouro ainda tinham muito a mostrar. Foram jogos decididos nos detalhes, com viradas, boas defesas e muita estratégia.
Fase Bronze — Raça e paixão
A fase Bronze foi marcada pela garra e pela vontade de terminar o torneio de cabeça erguida.
Cláudio Snow (Portuguesa) aplicou um 3 a 0 categórico sobre Manoel Félix (Vitória) e, em outro grande jogo, venceu Marcelo Paixão (Portuguesa Santista) por 2 a 1, mostrando regularidade e domínio tático.
Os duelos dessa fase foram vibrantes, com muita entrega e lances bonitos, encerrando a competição em grande estilo.


